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| O concelho do Marco de Canaveses tem um destino e uma vocação marcados por dois dos mais belos rios com que a Natureza nos brindou: o Douro e o Tâmega. As albufeiras artificiais de Carrapatelo, no Douro, e do Torrão, no Tâmega, possuem condições extraordinárias para os desportos e passatempos náuticos, como a pesca desportiva, a vela, o windsurf ou a canoagem… Para além disso, pelo Douro passam anualmente milhares de turistas, que certamente jamais esquecerão a perfeita simbiose entre o rio e a montanha. É, aliás, esmagadora a grandiosidade proporcionada pelas serras da Aboboreira e de Montedeiras, que fazem desta região um dos locais mais sublimes de Portugal do ponto de vista paisagístico. Mas falar da serra da Aboboreira é, também, falar da riqueza arqueológica do Marco de Canaveses, com os seus importantes vestígios pré-históricos, nomeadamente antas e mamoas. A arqueologia constitui, precisamente, um elemento fundamental do ponto de vista do património do concelho, sobretudo graças a Tongobriga, uma importante povoação romana, de que restam as termas, o fórum, zonas habitacionais e uma necrópole. Ainda no plano patrimonial, a cidade do Marco de Canaveses ganhou projecção internacional com a grandiosa obra arquitectónica que é a Igreja de Santa Maria, desenhada pelo arquitecto Siza Vieira, sendo também de destacar o Convento de Alpendurada e as Obras do Fidalgo. |
Marco de Canaveses é, igualmente, berço de figuras ilustres, que projectaram além-fronteiras o nome desta terra, destacando-se no panorama artístico a figura de Carmen Miranda e no ramo empresarial o Engº Belmiro de Azevedo.